a selecção vai poder jogar com 12, é?
Só assim, jogando com 12 (Sílvio e João Pereira – os dois – no lugar de Bosingwa), compreendo estas declarações de Paulo Bento.
Só assim, jogando com 12 (Sílvio e João Pereira – os dois – no lugar de Bosingwa), compreendo estas declarações de Paulo Bento.
A Selecção Nacional de Sub 20 está neste momento a disputar (e a ganhar) as meia-finais do mundial da categoria.
Uma selecção sem individualidades, mas com notável espírito de equipa e qualidade individual e colectiva. Independentemente do resultado de hoje, a participação deve ser valorizada e aplaudida. Mas isto tem que nos levar a reflectir sobre uma situação…
Praticamente nenhum dos jogadores desta selecção são primeira escolha (ou segunda… ou terceira…) dos principais clubes nacionais. E temos tido diversos exemplos da dificuldade que os jogadores mais jovens têm aquando da sua passagem para o escalão sénior (recordemos por exemplo, onde andam os jogadores do FCPorto que no ano passado foram campeões nacionais de juniores “a”).
Isto apenas releva a necessidade de se criar, no âmbito, pelo menos das equipas da primeira liga nacional, das chamadas equipas “b”. Equipas que possam disputar campeonatos de qualidade e de elevada competitividade, de forma a facilitar a sua passagem ao escalão maior, mantendo-os no seio das suas equipas de sempre. Seriam equipas apenas com jogadores jovens, com historial no escalões mais jovens desses mesmos clubes, e permitindo que, a qualquer altura, fossem chamados à equipa principal.
Quer por motivos desportivos, quer por motivos financeiros, sendo que isto seria positivo não apenas para esses mesmos clubes, mas também para o futuro da própria selecção nacional. E passaria a render (a diversos níveis) apostas sérias na formação.
E o futebol português está cheio de exemplos positivos de situações em que jovens foram chamados, e aposta, das equipas principais.
No mundial de futebol do próximo ano, a decorrer na África do Sul, vai ser possível acompanharmos os passo da selecção portuguesa na blogosfera… e por dentro… aqui.
Os países nórdicos sempre foram mais interessados na protecção do ambiente do que os países do sul da Europa, sendo que a sensibilidade para estes assuntos é muito maior nos primeiros.
Resta-nos esperar que hoje também seja assim, e que, entre as 20:30 e as 21:30, a equipa sueca sofra um apagão, dando à selecção portuguesa um avanço de 45 minutos no jogo de hoje.
Não é que Portugal precise, mas acontece que podemos necessitar disso, se tudo continuar como até agora.
É certo que foi a feijões.
É certo que até nem era entre as selecções "A"
Mas que já um gozo dos diabos ver Portugal ganhar 4-1 à selecção espanhola, lá isso dá…
Não fiz nenhum comentário sobre a não convocatória de Ricardo para o anterior particular, por não saber até que ponto essa era uma verdadeira opção ou apenas uma forma de analisar outros jogadores por parte de Carlos Queiroz. Contudo, e ao que parece pela convocatória para os primeiros encontros oficiais da selecção nacional no apuramento para o mundial de 2010, Ricardo será uma carta fora do baralho.
Se é verdade que fui um daqueles que nunca concordou com a titularidade de Ricardo, expresso agora as minhas dúvidas sobre o merecimento ou não do guarda-redes ser chamado á selecção. Nunca como titular, mas a questão que fica é se Ricardo não estará na lista dos três melhores guarda-redes nacionais.
E é aqui que tenho que concordar com Carlos Queiróz. Não sei se Ricardo estará ou não nessa lista, pelo simples facto de não estar a jogar, e sempre defendi que uma selecção deverá ser uma selecção dos que, num determinado momento, estão em melhor forma e com maior ritmo competitivo.
Carlos Queiroz saberá. Eu aplaudo o seleccionador, acreditando que, e ao contrário de anteriores seleccionadores, se Ricardo (ou outro jogador) estiver em melhor forma que jogadores da mesma posição, a opção recairá por ele. Enquanto tal não acontecer, não é convocado.
Uma última nota: bom regresso Maniche…

Cinco… cinco secos à Itália… nas meias-finais do Campeonato da Europa em Hóquei em Patins, é motivo para estarmos confiantes e acreditar que domingo, na final contra a Espanha, só a vitória é possível…
Existem coisas que não se compreendem no âmbito da selecção nacional de futebol ou, mais concretamente, na Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
Depois de diversas mentiras ao longo da preparação e do decorrer do Euro20081 a definição e contratação do novo seleccionador da selecção nacional está demorada e, parece-me, não haveria motivos para tal.
Madail, e demais elementos da direcção da FPF, já sabiam que Scolari não iria continuar nos comandos da selecção (aliás, como aconteceu com o seleccionador espanhol), chegando essa confirmação durante o próprio Euro2008 (como semelhante aconteceu com o seleccionador italiano – no caso… sair).
Contudo, e num momento em que já se avizinha os jogos da fase de apuramento para o Mundial de 2010, ainda andamos no processo de escolha/contratação do novo seleccionador. Tal entender-se-ia se a FPF tivesse dificuldades financeiras, o que não é o caso.
O que aconteceu para que esta situação não esteja já resolvida não sabemos, mas sabemos que Espanha e Itália (os casos acima referenciados) já têm nos seus quadros o novo seleccionador. Também assim se fazem os vencedores…
Será que Madail ainda estava à espera que Scolari reconsiderasse?
1 não entra aqui a discussão sobre qual teria sido o melhor momento mas considero que se tudo fosse divulgado desde o início, teria existido tempo para trabalhar os jogadores e (acima de tudo) a equipa que, acredito, foi afectada por esta situação.
Disse num post anterior que, tendo em conta as duas equipas presentes na final do Euro2008, o meu desejo era que perdessem as duas.
Obviamente, não sendo possível tal realização, fico algo satisfeito com a vitória da selecção do país vizinho. Por um simples motivo: foi a vitória do futebol, foi a vitória daquela que (pelo menos das presentes na final – mas não apenas) foi a melhor equipa ao longo de todo o torneio.
Fico apenas com a quase certeza, de que se as coisas tivessem sido feitas doutra forma, teríamos tido a oportunidade de estar em Viena, no estádio imortalizado pelo calacanhar de Madjer em 1987
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