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Archive for the ‘ivg’ Category

tiro na água (benta)

É desta forma e com comentários e afirmações deste calibre que, cada vez mais, a ICAR (ou os seus representantes) vai perdendo o respeito e importância para muitas pessoas.

"Abusos sexuais são menos graves que aborto", diz um cardeal espanhol…

para que servem os referendos?

11 Fevereiro, 2009 @ 23:00 1 comentário

Na teoria, os referendos são uma forma de permitir à população participar activamente na tomada de decisão política. Uma forma de democracia participativa que dê força (coabitando com a tradicional (e que actualmente impera) democracia representativa.

Contudo, esta é a teoria. Na prática (e a prática) vais mais além, apresentando objectivos muito concretos.

Os referendos que por cá já ocorreram (IVG – vezes dois – e regionalização), como aqueles que por aí virão (regionalização, eutanásia, casamento homossexual), servem apenas um simples objectivo: libertar os partidos políticos do imperativo de tomarem eles mesmos uma decisão. Assim, se a opção vencedora for a que um determinado partido defende é mais uma vitória desse partido. Se a opção vencedora for a contrária, foi a decisão da população que chamada a pronunciar-se, assim optou.

Mesmo quando tal referendos "apenas" promovam a discussão sobre assuntos que se enquadrem nos direitos humanos ou que estejam previstos na Constituição da República Portuguesa

É a forma mais simples, mais fácil de, como Pilatos, lavar as mãos dos possíveis resultados e minimizar as possíveis consequências negativas que (pelos valores que a sociedade ainda defenda) daí resultem…

Ainda… a IVG…

12 Fevereiro, 2008 @ 20:20 2 comentários

Caro Pedro,

Não estando ligado ao governo… mas como generalizas para todos os que defenderam, e votaram, sim no referendo do ano passado, gostava apenas de dizer que não menti… e que, somando prós e contras desta decisão… faria o mesmo.

Até concordo em alguns aspectos com que dizes… é realmente “inconcebível isentar da taxa moderadora quem interrompe voluntariamente sua gravidez, ao passo que são fechados centros de saúde em muitos pontos do país.

Mas o que está mal? A isenção da taxa moderadora ou o encerramento de centros de saúde (penso que te referias, principalmente, às urgências)? Vamos nivelar por baixo? Não será preferível defender ambas as opções (podendo dar primazia a alguns dos motivos)?
Também concordo que não tem lógica que devido “à impossibilidade de médicos e mais agentes de saúde serem impedidos de invocar objecção de consciência para perpetrar aquilo que para eles, pelo menos para aqueles que utilizassem este recurso, constitui um crime.”

Mas onde é que isso acontece? Na IVG não… O que refere o texto que apresentas é que “os médicos e profissionais de saúde que manifestem este direito deverão, contudo, “prestar a assistência necessária em situações decorrentes da interrupção da gravidez em que a saúde da mulher esteja comprometida e em risco”.” Defendes então que, quando a situação de doença se deva a actos causados pelo(a) próprio(a) não devia ter acompanhamento? Só se for isso. Mas se for, não há cuidados de saúde para feridos de acidentes de viação que sejam os culpados dos mesmos nem para aqueles que se tentem suicidar?

E mesmo nos aspectos em que concordo contigo, contínuo a preferir uma sociedade onde não se utilize o “vão de escada” como solução, onde não haja perseguição judiciais por estes motivos, onde existam condições de saúde quando, por determinados motivos encontrem a necessidade de recorrer a esta situação. Por todos estes, estes e ainda mais alguns…

Categories: ivg, nacional, política

IVG – Um Ano Depois…

11 Fevereiro, 2008 @ 19:54 2 comentários
Há um ano atrás a Interrupção Voluntário da Gravidez foi descriminalizada. Por estes motivos, nessa altura votei sim… hoje, voltaria a fazer o mesmo…
Categories: coisas minhas, ivg, saúde

O Exemplo Alemão…

Com os devidos cuidados de não generalização, a gravidez na adolescência é uma situação que acarreta um conjunto de situações problemáticas. É o interromper (ou mesmo o terminar) de um percurso escolar, promovendo situações futuras de dificuldades de integração profissional ou, no mínimo, de emprego precário. São (diversas vezes) as dificuldades na educação das crianças, tendo em conta a falta de “preparação” para este novo papel, promovido pela dificuldade que estes pais (em muitos casos apenas as mães) têm em receber apoio.

São certamente situações complicadas de colmatar, existindo obviamente a necessidade de prevenir a ocorrência destas situações (onde andas tu, educação sexual?). Mas, sendo certa a sua existência, importa também definir estratégias que permitam minimizar e diminuir a probabilidade destas consequências.

É esta a ideia de governo alemão ao avançar com uma nova política social que pretende atribuir uma baixa de maternidade (assim traduz a Lusa) para as avós de crianças cujos pais ainda não tenham atingido a maioridade, para que possam apoiar os filhos na educação dos netos, promovendo a continuidade da frequência escolar dos pais. Para tal, esta baixa de maternidade terá uma duração máxima de três anos.

Acredito que esta medida possa ter ainda “resultados secundários positivos” relativamente a uma questão que foi tema de debate em Portugal no ano transacto. A Interrupção Voluntária da Gravidez, cujos números poderiam baixar com políticas deste género.

Assim, também, se promove a educação e o desenvolvimento integral das crianças…

Espaço Informativo

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Apresentam-se de seguida as principais notícias, publicadas nos órgãos de comunicação social portugueses, que apresentem interesse para os profissionais da área do trabalho/serviço social.

 

Diário de Notícias

Diário Digital

Portugal Diário

Sol

Espaço Informativo

Espaço Informativo

Leituras Selectiva??

(c) http://arrastao.weblog.com.pt/Caro Zig,

Se olhasse para mais do que a primeira página, era capaz de ter lido, por exemplo, este ou este artigo…

 

 

 

Categories: ivg, lendo os outros

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